Pesquisador defende teoria sobre ET’s e abduções

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Quem jonalvicentinonunca questionou como pode existir apenas um planeta onde habitam seres vivos. Essa é um tema que muitas pessoas ignoram, porém há pessoas especializadas em estudar ETs e experiências de abduções (resgate de humanos por seres extraterrestres).

Ovins se tornam conhecidos

Os Ovnis, que desde 1947 ficaram popularmente conhecidos como “discos voadores”, constituem um fenômeno intrigante. Centenas de milhares de pessoas em todas as partes do mundo alguma vez já viram algo estranho nos céus que não pôde ser explicado como sendo uma aeronave terrestre ou fenômeno natural conhecido. Milhares de fotografias desses objetos já foram e estão sendo feitas. Outro tanto de filmagens também já registraram essa presença.

Professor Luciano explica sobre ETs

Para explicar e elucidar algumas questões a equipe do Jornal Vicentino foi à casa do pesquisador e biólogo marinho, Luciano Pera Houlmont, morador do Centro de São Vicente.Sua casa é conhecida como centro de pesquisas e Luciano atende qualquer pessoa que queira conhecer e falar sobre o assunto, gratuitamente.

Disco Voadores invisíveis

O biólogo desenvolveu uma técnica de análise de fotografias que aumenta a imagem sem distorce-la, onde garante detectar ETs e naves espaciais por toda a parte. “São milhares de naves o tempo todo e muitas vezes pequenos pontos em fotografias são os seres extraterrestres”, conta. Segundo Luciano os seres humanos são produtos desses seres espaciais.

George Adamski - Análise encontra-se 3 Extraterrestres.

George Adamski – Análise encontra-se 3 Extraterrestres.

“Fomos criados pelos ETs e Deus os criou. O que acontece é que eles (ETs) nos observam o tempo todo para aprender como nós evoluímos. Eles andam em asas mecânicas”.

A explicação de não enxergarmos os ETs está no uso das luzes. “O ET sabe como enxergamos e como somos deficientes visualmente. A técnica deles é a invisibilidade”, ressalta Luciano que almeja alcançar a verdade. O professor mantém um arquivo de mais de 7 mil fotos analisadas.

Pessoas veem disco voador, mas não relatam.

Análise de Disco Voador

Rastro de Disco Voador

Luciano lembra ainda que muitas pessoas passam por experiências ou vêem naves e por motivos como vergonha ou para não serem tachadas de loucas acabam não contando para ninguém. “Muitas pessoas são abduzidas ou enxergam nos céus naves espaciais e não falam para ninguém”, revela o biólogo que garante ter sido abduzido

duas vezes. “Lembro do interior da nave e dos ETs. Só sei que era um salão imenso, mas não tive nenhuma comunicação. Fiquei tonto o tempo todo”.
Ufologia, ou “ovnilogia”, é o termo que se utiliza para definir a pesquisa e coleta de dados sobre o fenômeno conhecido como “Objeto Voador Não Identificado”. Alguns cientistas famosos defendem teorias que abordam a prepotência da humanidade em se considerar única.

Canhão de Navio encontrado

A mesma técnica de análise de fotografias é usado por Luciano para detectar objetos em lugares de difícil acesso. Um canhão enterrado em uma cova a 40 centímetros do solo, na praça superior da Fortaleza da Barra Grande (junto à praia de Santa Cruz dos Navegantes), foi descoberto pelo biólogo no dia 24 de maio, com o auxílio do aparelho detector eletrônico idealizado por ele.

Luciano acredita que o canhão deveria ter pertencido a algum navio, pois apresenta características diferentes de outro canhão existente na Fortaleza. A descoberta foi possível graças as pesquisas com seu aparelho detector em vários pontos de São Vicente, Santos e áreas próximas. Como professor de Ciências e Biologia, Luciano sempre procurou incentivar os alunos a levarem à escola peças antigas por eles encontradas.
Atualmente Luciano realiza no Instituto Histórico e Geográfico de São Vicente uma exposição de imagens que mostra suas pesquisas e suas descobertas sobre a história do Brasil. A mostra de imagens ficará até o dia 30 de outubro, sábados a partir das 16 horas.

fonte: Artigo- outubro 16, 2006 Jornal Vicentino

 

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